Guerra no Irã entra na segunda semana: o que aconteceu até agora

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Veículos trafegam por uma rodovia, passando por uma estátua em memória aos mortos na guerra e um outdoor retratando o falecido líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, morto em um ataque aéreo em 28 de fevereiro, com colunas de fumaça preta subindo, em Teerã, em 8 de março.

Crédito, AFP via Getty Images

    • Author, BBC News Brasil em São Paulo e Londres
  • Tempo de leitura: 7 min

No entanto, Israel e os Estados Unidos devem se opor à escolha do Irã. Donald Trump afirmou que, sem sua aprovação, quem quer que assuma o poder “não durará muito tempo”. Antes, no início da semana passada, o presidente americano já havia avisado que “o filho de Khamenei é inaceitável” para ele.

Já Israel afirmou, antes da escolha de Mojtaba Khamenei, que continuará perseguindo todos os seus sucessores. Em uma publicação na rede social X , a conta em farsi das Forças de Defesa de Israel disse que “continuará perseguindo todos os sucessores e todas as pessoas que buscam nomear um sucessor”.

Assim, o conflito não dá sinais de um desfecho próximo. Ainda no domingo, as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmam ter lançado novos “ataques em larga escala” contra alvos em Teerã e outras partes do Irã.

Em meio aos ataques, o preço do petróleo bruto subiu, passando de US$ 100 (R$ 524) por barril, o maior aumento desde a invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022.

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