A sanidade se recupera e, até no Brasil, dá sinais de vida
Foi anunciado na última sexta-feira, 14: a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) proibiu homens que se identificam como mulheres de competir no vôlei feminino nacional, adotando o teste do gene SRY como critério de elegibilidade. A notícia, pinçada entre tantas outras do noticiário esportivo, é na verdade um efeito local — e dos mais eloquentes — de um fenômeno mundial que só agora começamos
Foi anunciado na última sexta-feira, 14: a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) proibiu homens que se identificam como mulheres de competir no vôlei feminino nacional, adotando o teste do gene SRY como critério de elegibilidade. A notícia, pinçada entre tantas outras do noticiário esportivo, é na verdade um efeito local — e dos mais eloquentes — de um fenômeno mundial que só agora começamos a nomear com clareza: a recuperação da sanidade depois de anos de loucura woke.
Não é exagero remontar a origem dessa recuperação a 5 de fevereiro de 2025, data em que Donald Trump assinou a ordem executiva “Keeping Men Out of Women’s Sports”, determinando que o financiamento federal norte-americano — e, por extensão, a boa vontade diplomática de Washington — ficaria condicionado à exclusão de homens das competições femininas. Foi um gesto de coragem elementar: dizer o óbvio, em alto e bom som, depois de uma década em que dizê-lo virou heresia.
O efeito cascata não demorou. O Comitê Olímpico Internacional, sempre mais afeito à prudência burocrática que à coragem moral, sentiu o vento mudar de direção e, meses depois, adotou regra semelhante para Los Angeles 2028. A Federação Internacional de Voleibol seguiu o mesmo rumo. E agora a CBV, provinciana e tardia como sempre foi nossa relação com as modas ideológicas importadas, finalmente alinha o vôlei brasileiro à realidade biológica que nunca deveria ter abandonado.
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Há algo de profundamente instrutivo nessa cadeia de causalidade. A ideologia de gênero nunca foi um consenso científico nem um triunfo da razão pública. Foi, ao contrário, uma imposição administrativa, sustentada por instituições internacionais e grandes mídias, que se impôs por meio do constrangimento moral e do assédio legal, não por convicção. Bastou um governo disposto a pagar o preço político do dissenso para que o castelo de cartas começasse a desabar. Não foi a ciência que mudou; foi a coragem do ocupante da Casa Branca.
Sanidade a partir do óbvio
“Chegará o dia em que teremos que provar ao mundo que a grama é verde” — disse celebremente G. K. Chesterton. O dia chegou, e Donald Trump resolveu provar o óbvio a um mundo que o execrara. Que o exemplo norte-americano continue a se espalhar — e que o Brasil, por uma vez, não seja o último a acordar.
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