Aedes aegypti: 1,8 mil cidades estão em alerta ou risco
Cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta ou em situação de risco por causa do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A informação foi divulgada pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O número preocupa às vésperas do período de chuvas, quando o acúmulo de água parada acelera a reprodução do inseto. O Aedes aegypti é um mosquito doméstico, que vive preferencialmente dentro ou ao
Cerca de 1,8 mil cidades brasileiras estão em alerta ou em situação de risco por causa do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. A informação foi divulgada pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O número preocupa às vésperas do período de chuvas, quando o acúmulo de água parada acelera a reprodução do inseto.
O Aedes aegypti é um mosquito doméstico, que vive preferencialmente dentro ou ao redor das residências. A fêmea da espécie precisa de sangue para maturar os ovos. A picada é a forma de transmissão de doenças virais.
O mosquito é o principal vetor de transmissão de três doenças no Brasil: a dengue, a zika e a chikungunya. A dengue é a mais comum delas. Os sintomas incluem febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, náusea e manchas vermelhas na pele. Em casos graves, a doença pode levar à morte.
A zika também provoca febre e manchas no corpo, mas tem uma complicação específica: a microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas durante a gestação. Já a chikungunya se caracteriza por dores intensas nas articulações, que podem persistir por meses.
Aedes aegypti: onde estão os principais criadouros
A proliferação do mosquito está diretamente ligada ao acúmulo de água parada. A fêmea deposita os ovos nas paredes de recipientes que contenham água limpa. Os ovos podem sobreviver por até um ano em locais secos e eclodem quando entram em contato com a água.
Entre os criadouros mais comuns estão vasos e pratos de plantas, caixas d'água destampadas, pneus velhos, garrafas PET, calhas entupidas e lixo acumulado em quintais. A eliminação desses focos é a principal forma de combate ao mosquito.
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O combate ao Aedes aegypti depende da ação conjunta entre o poder público e a população. As prefeituras são responsáveis pela vistoria de imóveis e pelo tratamento de criadouros, enquanto os moradores precisam manter a limpeza de suas casas e quintais.
A recomendação é que as pessoas façam uma vistoria semanal em suas residências, tampem as caixas d'água, descartem o lixo de forma adequada e coloquem areia nos pratos das plantas. Em caso de sintomas de dengue, zika ou chikungunya, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para receber atendimento adequado.
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