Brasil atinge limite de exportação de carne para a China
O Brasil atingiu o limite de exportação de carne bovina para a China com taxa de 12%. Conforme acordo bilateral, após 1,1 milhão de toneladas, uma sobretaxa de 55% é aplicada para proteger o mercado chinês, reacendendo o debate sobre o preço da picanha no mercado interno.
Na coluna de economia publicada na Edição 331 da Revista Oeste, a jornalista Raphaela Ribas traz de volta à pauta um corte de carne que, no decorrer dos últimos anos, serviu de base para críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao público, ela pergunta: vai ter picanha?
Leia o trecho da coluna sobre picanha
"O Brasil atingiu o limite de exportação de carne bovina para a China com taxa de 12%. Conforme o acordo firmado entre os dois países, depois de 1,1 milhão de toneladas, o produto tem uma sobretaxa de 55%. A medida foi criada para proteger o mercado interno chinês. O problema é que a cota foi atingida antes do esperado, o que está deixando todas as cadeias do setor apreensivas. Se a China reduzir as importações ou parar totalmente, isso terá efeito dos criadores de bois à mesa das pessoas. 'O mais difícil é não ter clareza nem previsibilidade do que a China vai decidir', observa Ingo Plöger, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio."
Esse é só um dos destaques da coluna de economia. O texto "Confissão de incompetência abala credibilidade" está disponível aos assinantes de Oeste.
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Revista Oeste
A Edição 331 da Revista Oeste vai além do texto de Raphaela Ribas sobre a compra da picanha brasileira pela China. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Cristyan Costa, Eugênio Esber, Augusto Nunes, Alexandre Garcia, Guilherme Fiuza, Adalberto Piotto, Rachel Díaz, Fábio Matos, Ana Paula Henkel, Eugenio Goussinsky, Roberto Motta, Almir Pazzianotto, Antonio Cabrera, Dagomir Marquezi, Brendan O'Neill (da Spiked), Agustina Vergara Cid (da Reason) e Daniela Giorno.
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