Brasil tem 158,7 milhões de eleitores aptos a votar em 2026
O Brasil tem 158,7 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições de 2026, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste domingo, 4, eles escolherão presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O eleitorado cresceu 1,4% em relação à última eleição geral. O país ganhou 2,3 milhões de votantes desde 2022, quando 156,4 milhões de pessoas pod
O Brasil tem 158,7 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições de 2026, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste domingo, 4, eles escolherão presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.
O eleitorado cresceu 1,4% em relação à última eleição geral. O país ganhou 2,3 milhões de votantes desde 2022, quando 156,4 milhões de pessoas podiam votar. As mulheres representam 52,81% do total, com 83,8 milhões de eleitoras. Os homens somam 74,8 milhões.
Fora do país, 918,8 mil pessoas poderão votar em 2026. O número corresponde a pouco mais de meio por cento do eleitorado nacional.
Distribuição do eleitorado
A Justiça Eleitoral organizará a votação em 517,2 mil seções, distribuídas por 2,6 mil zonas eleitorais. O eleitorado abrange todos os mais de 5,5 mil municípios brasileiros e 186 cidades no exterior.
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São Paulo mantém o maior colégio eleitoral do país, com 34 milhões de votantes, ou 21,61% do total. Minas Gerais tem 16,3 milhões, e o Rio de Janeiro, 12,8 milhões. Os três Estados concentram quase 40% dos votantes.
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Os menores colégios eleitorais ficam na Região Norte. Roraima tem 401 mil eleitores; Amapá, 577 mil; e Acre, 614 mil. Juntos, os três estados reúnem cerca de 1% do eleitorado.
O Sudeste concentra 42% dos eleitores brasileiros. Na sequência aparecem Nordeste, com 27,58%; Sul, com 14,48%; Norte, com 8,31%; e Centro-Oeste, com 7,6%.
Entre as cidades, São Paulo tem o maior eleitorado, com 9,1 milhões de pessoas. Em seguida vêm Rio de Janeiro, com 4,9 milhões; Brasília, com 2,2 milhões; Belo Horizonte, com 1,96 milhão; e Salvador, com 1,95 milhão.
Na outra ponta estão Borá (SP), com cerca de 1 mil eleitores; Engenho Velho (RS), com 1,1 mil; Araguainha (MT), com 1,2 mil; e Serra da Saudade (MG), com 1,2 mil.
Idade e voto facultativo
No Brasil, jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos podem escolher se querem votar. Neste ano, 1,6 milhão de adolescentes de 16 e 17 anos poderão participar da eleição.
O eleitorado com mais de 70 anos chega a quase 17 milhões, mais de um em cada dez votantes. Esse grupo cresceu 15,7% em relação a 2022.
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A faixa de 40 a 44 anos reúne quase 16 milhões. Na sequência estão os grupos de 45 a 49 anos, com 15,27 milhões, e de 35 a 39 anos, com 15,26 milhões.
Biometria e escolaridade
A Justiça Eleitoral registrou a biometria de 141,3 milhões eleitores, o equivalente a 89% do total. Em 2022, essa proporção era de 75,5%. Outros 17,4 milhões ainda não têm o cadastro biométrico.
No recorte por escolaridade, o grupo com ensino médio completo é o mais numeroso, com 44,2 milhões de pessoas. Em seguida aparecem os eleitores com ensino fundamental incompleto, com 33,6 milhões; ensino médio incompleto, com 28,8 milhões; e ensino superior completo, com 18 milhões.
Neste ano, 38,4 mil eleitores usarão o nome social nessas eleições. Esse registro permite a identificação pelo nome que a pessoa prefere utilizar.
Eleitores com deficiência
Cerca de 1,9 milhão de eleitores declararam alguma deficiência ou mobilidade reduzida. O grupo inclui 951,6 mil mulheres, mais de 1 milhão de homens e 23,3 mil pessoas sem informação de gênero no cadastro.
Esses eleitores podem votar em seções com acessibilidade e receber atendimento adequado às condições que informaram à Justiça Eleitoral.
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