Democracia racial é apontada como obstáculo a políticas de reparação
Um artigo argumenta que a modernidade e a industrialização no Brasil não são neutras: carregam marcas raciais, apagam memórias e reforçam a ideia de democracia racial, o que acaba freando as políticas de reparação histórica.
Por Leonardo Ângelo da Silva* Meu ponto de partida é um incômodo que, como sudestino, tenho também visto em terras paraibanas. A partir dele, surge a reflexão: modernidade e industrialização não chegam neutras. Elas carregam cor, apagam memórias e reforçam a velha narrativa da “democracia racial”. O resultado? Um freio nas políticas de reparação, que […]
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