Deputado critica discurso do PT e defende corte de privilégios
O deputado estadual Claudio Branchieri (PL-RS) criticou o discurso de adversários políticos sobre uma eventual redução de programas sociais e direitos trabalhistas em um debate parlamentar. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o PT deixou de apresentar propostas e passou a explorar o medo dos eleitores, além de defender cortes de gastos concentrados nos privilégios do
O deputado estadual Claudio Branchieri (PL-RS) criticou o discurso de adversários políticos sobre uma eventual redução de programas sociais e direitos trabalhistas em um debate parlamentar. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o PT deixou de apresentar propostas e passou a explorar o medo dos eleitores, além de defender cortes de gastos concentrados nos privilégios do setor público.
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“Deixaram de prometer picanha e resolveram vender medo”. O deputado também criticou as referências a temas como cultura woke, banheiros unissex e supostas mudanças nos direitos das mulheres. Para ele, o principal problema do país é a permanência do PT no poder.
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Branchieri defende cortes nos gastos públicos
Durante o debate, um adversário afirmou que a proposta de “tesouraço” associada a Flávio Bolsonaro (PL) poderia comprometer direitos trabalhistas, como o salário mínimo, o 13º salário e o adicional de um terço de férias, além de programas sociais.
Branchieri contestou essa interpretação. Segundo ele, a proposta prevê reverter 37 aumentos ou criação de impostos atribuídos ao governo Luiz Inácio Lula da SiIlva e reduzir despesas da administração pública antes de qualquer mudança nos programas voltados à população de baixa renda.
“O tesouraço, antes de nós mexermos nos programas sociais, nós vamos cortar o andar de cima”, declarou. O parlamentar citou supersalários, privilégios no setor público, gastos com cartões corporativos, viagens e hospedagens como despesas que, em sua avaliação, deveriam entrar na revisão orçamentária.
O deputado também rejeitou a afirmação de que uma eventual gestão de Flávio acabaria com iniciativas como Pé-de-Meia, Bolsa Família e Farmácia Popular. Ele criticou declarações atribuídas à primeira-dama Janja sobre possíveis consequências de uma vitória do senador e questionou a falta de propostas econômicas do atual governo.
Críticas à política econômica de Lula
Branchieri afirmou que o governo federal não apresenta compromissos suficientes para reduzir impostos, juros, endividamento e criminalidade. Também criticou o aumento dos preços da picanha e da cerveja, em referência a promessas e discursos associados à campanha petista.
Na avaliação do deputado, o país pode equilibrar as contas sem sacrificar os programas sociais, desde que reduza despesas consideradas excessivas e reveja benefícios concedidos pelo Estado. Ele defendeu ainda políticas voltadas às pequenas empresas e ao empreendedorismo.
“Nós não precisamos sacrificar o povo pobre, nós só precisamos cobrar a conta do povo rico”, afirmou.
Deputado questiona fala sobre crime organizado
O parlamentar também contestou uma declaração de Janja sobre o risco de o crime organizado dominar o Brasil em um eventual governo de Flávio. Branchieri argumentou que grupos criminosos já exercem influência sobre parte da população e citou a estimativa de 50 milhões de pessoas vivendo sob o domínio dessas organizações. O vídeo não apresenta a fonte desse número.
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