Donald Trump na ONU, de novo
De 22 a 28 de setembro de 2026, foi realizada a 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU em sua sede, em Nova York, nos Estados Unidos, tendo em vista que a “instituição” completará 81 anos de existência em 24 de outubro. O tema para os debates não poderia ser pior: “Restaurar a confiança, gerenciar a transformação: uma Organização das Nações Unidas que atenda a todas as pessoas”. Quem se inteiro
De 22 a 28 de setembro de 2026, foi realizada a 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU em sua sede, em Nova York, nos Estados Unidos, tendo em vista que a “instituição” completará 81 anos de existência em 24 de outubro. O tema para os debates não poderia ser pior: “Restaurar a confiança, gerenciar a transformação: uma Organização das Nações Unidas que atenda a todas as pessoas”.
Quem se inteirou das notícias naquele momento observou mais uma vez o quanto ela está corroída e em descrédito. Afinal, toda vez que a ONU pretende restaurar a sua “dignidade”, imediatamente se evidencia a sua meta de se estabelecer como uma coluna de apoio para projetos que envolvam cerceamento legal global, por meio de procedimentos burocráticos e taxações internacionais. Com isso, não poderíamos deixar passar sem comentar a costumeira tolice climática apregoada por eles, tema de destaque do encontro, e a contestação feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A reunião demonstrou mais uma vez que a tal pluralidade só vale se ela for de bandeira doutrinária esquerdista. Afinal, a “pluralidade” deles deve ser diferente, como tudo o que vem desse espectro pérfido. Em um ambiente em que se deveriam respeitar as opiniões, algumas delegações simplesmente viraram as costas para o orador presente, mostrando o ápice da imaturidade dos tempos atuais que atinge até pessoas que, teoricamente, deveriam ser altamente gabaritadas, com notáveis capacidades para serem representantes nacionais, mas não. Foi uma atitude típica de crianças em um jardim de infância, o que mostra qual é o retrato da sociedade atual. Quando o sujeito não gosta do outro, pega a bola e para de brincar. De fato, é difícil falar e apresentar fatos aos que se fazem surdos e cegos. Imaginemos, então, quando estão cheios de interesses políticos e financeiros.
A crise de credibilidade vivida nos tempos atuais só tende a aumentar. A discussão nos debates da 81ª sessão objetivou propor reformas à “instituição” devido à sua perda de prestígio e relevância internacional, pois não conseguiu estabelecer mediações efetivas nos conflitos que cercaram a humanidade nos últimos cinco anos, o que é uma visão bastante otimista, em minha opinião, considerando que em toda a sua história ela nunca atuou de forma eficiente em nada do que ocorreu no século XX (também conhecido como o “século da guerra”, pois, depois da Segunda Guerra Mundial, um em cada três países no mundo estava envolvido em algum conflito bélico, direto ou indireto).
Este tema é bastante interessante, porque envolve um ponto em que se concentra o poder exercido pelos grandes jogadores: o Conselho de Segurança (CS). Novamente, na atual edição, não faltaram críticas e tentativas de reforma para que o CS se expanda, o que não me surpreende pelo momento escatológico em que vivemos. Afinal, cinco são os membros permanentes, com poder de veto sobre qualquer resolução, e nunca mudam. Dez são os membros não permanentes, com mandato de dois anos, eleitos pela Assembleia Geral, sem direito à reeleição imediata. Cinco são renovados a cada ano, segundo uma distribuição que represente a diversidade geográfica mundial.
Depois de muita conversa dispersa, o segundo maior ponto discutido pela reunião foi a abjeta “mudança climática”, o que nos mostrou mais uma vez que a ONU só existe para o cumprimento de agendas estúpidas e destrutivas. Sua preocupação é zero com os verdadeiros problemas gerais da humanidade. Em vez de esmiuçar formas de acabar com os conflitos que destroem e ceifam vidas pelo mundo, vão se preocupar com a falsa crise climática para “agradar ao planeta”.
Suas mentes vis pensam assim: “guerras matam pessoas? Então está bom, pois reduz a população global. Vamos nos preocupar em criar formas de dificultar mais a vida das pessoas, afinal, urge salvar o clima”. Depois, a “instituição” vem dizer que não sabe de onde vem toda essa repugnância que as pessoas em geral têm em relação às suas atividades e por que criticam a sua própria existência, tendo em vista que ela mesma demonstra perda de finalidade, gerando mais descrédito, enquanto faz publicidade de metas que objetivam coisas alheias às necessidades globais.
Exemplo disso é o português António Guterres, atual secretário-geral, que este ano entregará o cargo, não deixando nenhuma saudade. Ele começou com a sua ladainha de sempre sobre o clima. Incrível o quanto ficou claro que sua passagem pela ONU foi só para ser uma espécie de Al Gore, atuando de forma global, ou seja, um garoto-propaganda. A única coisa com que o sujeito se preocupou foi falar sobre “mudança climática”, “aquecimento global”, temas aos quais nunca deu tanta atenção em sua vida pública, após o término de seu mandato como primeiro-ministro de Portugal e durante seu período como alto-comissário da ONU para Refugiados (2005 a 2015). É dele a absurda expressão “ebulição climática”, calcada em pura estupidez e alarmismo.
Guterres confundiu fenômenos naturais do planeta com “mudança climática”, querendo encaixar o discurso de que as atividades humanas impulsionam qualquer coisa que aconteça no mundo, desde particularidades climáticas sazonais até os quadros meteorológicos, já consagrados pela ciência. Seu viés político-doutrinário, almejando governança global, coisa que serve ao inferno e não à humanidade, foi aparecendo rapidamente. Seu discurso foi quase draconiano ao pedir que as nações cooperem de forma a impor a “justiça climática”, que de justiça não tem nada, não passando de mais uma forma de legitimar ações de expurgo de pessoas de bem e diminuir a prosperidade humana. Guterres é um dos símbolos máximos da demagogia esquerdopata que assola o mundo na atualidade.
Várias reuniões paralelas tiveram como mote o besteirol climático e continuaram a usar expressões desvirtuadas e vazias de tecnicismo como “urgência climática” e outras idiotices, sempre dando prioridade a um tema que é tratado de forma abstrata, mas com objetivos concretos bem reais, como é o caso da insustentável “transição energética”, que, segundo seus defensores, será realizada de forma justa, quando “justa” significa que vai passar apertada no orçamento dos mais pobres, como sempre. Isso já é fato consumado, pois, se nem as pessoas e empresas nos países ricos conseguiram bancar essa panaceia nos últimos 20 anos, não seremos nós, nos países subdesenvolvidos, que faremos isso funcionar.
Quando Guterres pede apoio dos países, na verdade, ele se refere ao dinheiro que eles estão louquinhos para administrar. A ONU não quer só mais poder. Quer poder de cobrar impostos! Dinheiro extorquido da humanidade como um dízimo, de forma a sustentar as agendas ambientais e climáticas e todas as barbáries da esquerda internacional, como ESG, doutrina woke e outras mazelas que minam o âmago da existência humana.
Contudo, mais uma vez, levaram um esculacho público muito bem feito pelo presidente Donald Trump. Já sabendo das patifarias costumeiras, Trump não hesitou em denunciar as agendas que pretendiam criar o tal imposto global sobre o carbono (como o CBAM ou o ETS, ambos porcarias europeias), além de todos os outros golpes elaborados pelos agentes dos globalistas que infestam os quadros burocráticos da ONU para serem aplicados pelo mundo, em favor da esquerda DEI. Segundo Trump, “Não há governo global! Enquanto eu for presidente, não haverá impostos globais”. Trata-se de um ataque direto à ala europeia que almeja retomar seu poder de influência na esfera global.
Quanto à ONU, Donald Trump ainda ressaltou o corte feito por seu governo, algo aparentemente inédito nos Estados Unidos, exceto por alguns cortes irrisórios que a administração Obama fez em despesas com diárias e passagens na área climática, ligadas à ONU e ao IPCC. Esses cortes ocorreram logo depois do episódio conhecido como Climategate, mas foram pura bravata. Afinal, Obama tentou colocar o imposto climático sobre cada barril de petróleo nos EUA e foi devidamente rechaçado.
O que distinguiu Trump de Obama foi a escala do corte e quem ele atingiu, o que mais importa neste momento. Segundo o presidente dos Estados Unidos, “cortamos o orçamento da ONU pela primeira vez, reduzindo-o em 15%, eliminando mais de quatro mil cargos de burocratas da ONU”. De fato, é muita gente inútil, que não produz nada para a sociedade, a não ser gerar mais problemas, algo que dispensamos veementemente.
O que a ONU quer é ser um bastião da empulhação. Quer que todos os países do mundo se curvem à sua doutrina podre ambiental e climática e a outras mazelas de menor calibre, mas tão prejudiciais quanto essa. De fato, no quesito “clima”, há uma voracidade colossal para que suas metas obscuras sejam colocadas em prática o quanto antes, ampliando seu poder sobre as nações, mas especialmente sobre as subdesenvolvidas, cujos governantes as entregam dentro dos seus esquemas corruptos de dinheiro e poder.
Enquanto Trump freia a agenda nos EUA, para nós, no Brasil, as coisas só se aceleram. Está muito claro que a fraude climática permitiu que várias legislações com procedimentos absurdos fossem postas em prática pelo mundo, mas abusivamente aqui. Em 2027, eu vou começar o ano falando de mais um embuste climático que vai atingir em cheio a aviação, o qual envolve a já citada mentirosa “transição energética”, que, de transição, só tem a passagem do dinheiro das empresas e das pessoas para os bolsos de políticos e dos que aplicam o golpe, disfarçado de benefício climático. Conchavos não faltam.
Donald Trump tem razão. De fato, eu nunca vi uma fraude gerar monumental burocracia e gastos exorbitantes de dinheiro, enriquecendo uns poucos, dando mais poder aos Estados e infligindo tantos danos e prejuízos à humanidade. Eu realmente desconheço algo que tenha alcançado essa proporção, exceto a veloz “fraudemia” que tivemos recentemente, em que a grande indústria farmacêutica enriqueceu com o dinheiro público global, enquanto tiranos, de todos os tamanhos, alcançaram o poder, revelando-se como filhotes de Satanás.
A ONU ainda não entendeu em 81 anos que as pessoas necessitam de comida, água e energia barata. Querem governos austeros e honestos. Querem moradia de qualidade, saúde e bem-estar. Também querem empregos, ou seja, trabalho remunerado. Em essência, querem menos burocracia, redução de regras torpes e mais ações pragmáticas que lhes deem liberdade, não mais coleiras. Enquanto ela insistir em seus objetivos tortuosos, divergentes da vontade real das pessoas pelo mundo, ela continuará desprestigiada, inútil, cara, incompetente e inexpressiva. Afinal, com tantos painéis políticos e político-científicos espalhados por aí, muitos com a chancela da “instituição” apenas de fachada, depois de 81 anos, eu pergunto: por que precisamos de vocês mesmo?
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