EUA apontam censura do TSE em nova trava do X para 2026
A subsecretária de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Sarah B. Rogers, definiu as exigências da Justiça Eleitoral brasileira sobre as redes sociais como censura estatal. A autoridade americana reagiu neste domingo, 16, a uma ferramenta criada pela plataforma X para cumprir a legislação do Brasil na eleição de 2026. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste A rede social de Elon Musk ativou
A subsecretária de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Sarah B. Rogers, definiu as exigências da Justiça Eleitoral brasileira sobre as redes sociais como censura estatal. A autoridade americana reagiu neste domingo, 16, a uma ferramenta criada pela plataforma X para cumprir a legislação do Brasil na eleição de 2026.
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A rede social de Elon Musk ativou um mecanismo automático para esconder publicações de candidatos do feed de recomendações. A restrição atinge contas informadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e só entrega o conteúdo para quem segue a página. A norma atende a uma resolução baixada em 2024.
Rogers rebateu o anúncio da empresa na internet. "Esse tipo de transparência algorítmica é exatamente o que muitos reguladores dizem querer. Isso também sinaliza uma censura imposta pelo Brasil", declarou a auxiliar do secretário Marco Rubio.
Atrito diplomático
O comentário amplia o desgaste entre Washington e Brasília. A gestão Donald Trump atrelou a imposição de tarifas comerciais à derrubada de vetos ao discurso político no país. A Casa Branca estuda retomar sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, conforme revelou o jornal Financial Times.
O governo Lula barrou em julho o visto de entrada de dois funcionários americanos. O Palácio do Planalto alegou tentativa de interferência nas urnas nacionais, acusação rejeitada por Washington.
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