Gilmar manda arquivar investigação contra Gaspar, vice de Flávio
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (6) o arquivamento do pedido de investigação por estupro contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Gilmar entendeu não haver indícios contra Gaspar e acolheu o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo arquivamento da apura
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (6) o arquivamento do pedido de investigação por estupro contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL).
Gilmar entendeu não haver indícios contra Gaspar e acolheu o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo arquivamento da apuração. O caso havia chegado ao STF depois de a Polícia Federal solicitar autorização para abrir um inquérito.
Gilmar: falta de provas
A acusação foi apresentada em março pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). Eles afirmaram ter recebido informações de que Gaspar teria mantido relações sexuais com uma adolescente de 13 anos à época, que teria engravidado e dado à luz uma filha, hoje com 8 anos.
A representação não identificava publicamente os envolvidos. Gaspar sempre negou a acusação e se colocou à disposição para realizar exame de DNA. Em abril, ele forneceu material genético para um teste de paternidade.
O arquivamento ocorre depois de diligências da Polícia Federal. A PGR concluiu pelo encerramento da apuração e Gilmar Mendes acolheu a manifestação.
Gaspar reagiu à decisão e classificou a acusação como uma “injustiça sem limite” e uma “denunciação caluniosa”. Ele também afirmou que Lindbergh e Soraya deveriam ser punidos.
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