Lula não comparecerá à posse do presidente eleito da Colômbia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comparecerá à posse do presidente eleito da Colômbia, Abelardo De La Espriella, marcada para esta sexta-feira, 7, em Cali.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não comparecerá à posse do presidente eleito da Colômbia, Abelardo De La Espriella, marcada para esta sexta-feira, 7, em Cali.
O governo brasileiro informou que Lula será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na cerimônia.
Lula e Espriella ainda não conversaram oficialmente desde a vitória do líder colombiano de direita nas eleições daquele país, em junho. O petista apenas cumprimentou o presidente eleito da Colômbia em uma mensagem publicada nas redes sociais.
Lula já não havia comparecido à posse de outra líder de direita eleita na América do Sul, a nova presidente do Peru, Keiko Fujimori, no fim de julho. Mauro Vieira esteve presente.
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Lula conversou com esquerdista Gustavo Petro
Se ainda não falou com Abelardo De La Espriella, Lula teve uma conversa com o atual presidente da Colômbia, o esquerdista Gustavo Petro, nesta quarta-feira, 5. A informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto.
De acordo com a Presidência da República, Lula telefonou para Petro para se despedir do colega colombiano, que está deixando o cargo. O petista “agradeceu pelo diálogo produtivo e pela estreita cooperação mantidos durante o período em que estiveram simultaneamente à frente de seus países”.
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'Onda azul' toma conta da América do Sul
O avanço da direita na América do Sul ganhou corpo com uma sequência de vitórias nas urnas iniciada no final de 2025. O grupo colocou no poder os presidentes Javier Milei, na Argentina; Daniel Noboa, no Equador; Rodrigo Paz, na Bolívia; e José Antonio Kast, no Chile. O mapa atual é oposto ao do final de 2015, período em que a esquerda e a centro-esquerda comandavam oito nações no continente sul-americano.
Até setembro do ano passado, apenas a Argentina, o Paraguai e o Equador possuíam gestões de direita na região. O Paraguai é a exceção que escapou da troca constante de partidos na última década. Os paraguaios mantiveram uma sequência de presidentes de direita sem interrupções, com as gestões de Horacio Cartes, Mario Abdo Benítez e Santiago Peña.
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