María Corina parabeniza Flávio pela vitória no 1º turno
A líder da oposição venezuelana María Corina Machado felicitou Flávio Bolsonaro (PL) pela vitória no 1º turno da eleição presidencial brasileira e elogiou a participação dos eleitores no pleito. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste “Meu respeito e carinho ao povo do Brasil por uma jornada democrática exemplar, na qual pôde exercer com orgulho a soberania popular por meio do voto”, escreveu
A líder da oposição venezuelana María Corina Machado felicitou Flávio Bolsonaro (PL) pela vitória no 1º turno da eleição presidencial brasileira e elogiou a participação dos eleitores no pleito.
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“Meu respeito e carinho ao povo do Brasil por uma jornada democrática exemplar, na qual pôde exercer com orgulho a soberania popular por meio do voto”, escreveu María Corina em sua conta no X. A venezuelana acrescentou que os povos da América Latina buscam viver “em democracia e liberdade”.
A manifestação ocorre meses depois de Flávio Bolsonaro e María Corina terem se encontrado durante a posse do presidente chileno José Antonio Kast, em 11 de março. Na ocasião, o senador brasileiro publicou nas redes sociais um vídeo da conversa entre os dois e parabenizou a venezuelana pelo Prêmio Nobel da Paz de 2025.
Flávio classificou María Corina como uma “inspiração para o Brasil”. Em resposta, ela defendeu justiça e democracia para os países da região.
Em 10 de outubro de 2025, o Comitê Norueguês do Nobel anunciou María Corina como vencedora do prêmio, por sua atuação em defesa dos direitos democráticos na Venezuela. A líder oposicionista atravessava, naquele momento, um período de forte pressão das autoridades venezuelanas.
Depois da eleição presidencial de julho de 2024, o governo de Nicolás Maduro passou a associá-la a acusações que incluíam traição à pátria, conspiração e terrorismo. O procurador-geral da Venezuela chegou a tratá-la como foragida da Justiça. Diante do risco de prisão e de ameaças contra sua vida, María Corina permaneceu por mais de um ano escondida.
María Corina deixou a Venezuela
Impedida de deixar legalmente a Venezuela, ela saiu clandestinamente do país em 9 de dezembro de 2025, em uma operação organizada para permitir sua chegada à Noruega e sua participação nos eventos relacionados à entrega do Nobel.
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Ela não conseguiu chegar a tempo da cerimônia de entrega do Nobel, realizada em 10 de dezembro. Sua filha, Ana Corina Sosa Machado, recebeu o prêmio e proferiu o discurso em seu nome.
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