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Oposição critica governo após eliminação do Brasil na Copa

A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 gerou reações de políticos da oposição neste domingo. Após a derrota para a Noruega por 2 a 1, parlamentares e pré-candidatos associaram o resultado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao número 13 e a outros temas políticos em redes sociais.

A eliminação da Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 2026 repercutiu entre políticos da oposição neste domingo, 5. Depois da derrota por 2 a 1 para a Noruega, parlamentares e pré-candidatos usaram as redes sociais para associar o resultado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao número 13 e a outros temas políticos.

O Brasil foi eliminado nas oitavas de final depois de perder por 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey. Haaland marcou os dois gols dos noruegueses, enquanto Neymar descontou nos acréscimos, de pênalti. Ainda no primeiro tempo, Bruno Guimarães desperdiçou uma cobrança defendida pelo goleiro Nyland. A campanha foi a pior da seleção em Copas desde 1990.

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lembrou que, desde que o PT chegou ao poder, em 2002, o Brasil "nunca mais ganhou nada, nem no futebol nem para os brasileiros". Na mesma linha, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro publicou que a eliminação seria "a sina do 13", já que o pênalti desperdiçado por Guimarães ocorreu aos 13 minutos e 13 segundos de jogo.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), também explorou a coincidência envolvendo o 13 e criticou o lateral Danilo, que veste a camisa de mesmo número, dizendo que "esse 13 sempre dando azar ao Brasil". O vereador paulistano Rubinho Nunes (União) escreveu que é "sempre alguém de vermelho ferrando o Brasil", em referência à cor do uniforme norueguês.

https://twitter.com/FlavioBolsonaro/status/2073900940185182398

Além da Copa: reações também citaram STF e 8 de janeiro

Pré-candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos afirmou que "a vitória brasileira não precisa vir nos gramados a todo tempo" e afirmou que o país precisa enfrentar "problemas concretos e reais".

Já Carlos Bolsonaro (PL), pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, afirmou que o momento seria de "libertar os presos políticos do 8 de janeiro" e colocar "o Brasil nos trilhos novamente".

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), por sua vez, afirmou em vídeo que o resultado poderia ter sido diferente se Neymar tivesse cobrado o pênalti desde o primeiro tempo. Em seguida, ironizou Lula ao dizer que "quem chamou a responsa para si foi o jogador home office". O presidente havia chamado Neymar dessa forma porque o atacante foi convocado enquanto ainda se recuperava de uma lesão na panturrilha.

O senador Sergio Moro (PL-PR), pré-candidato ao governo do Paraná, direcionou a crítica ao Supremo Tribunal Federal. “CBF controlada pelo Gilmar não tem como dar certo”, escreveu. Gilmar foi relator de processos que permitiram a permanência de Ednaldo Rodrigues na presidência da Confederação Brasileira de Futebol, mesmo depois de decisões da Justiça do Rio de Janeiro contra o dirigente. O Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, fundado por Gilmar, mantém parceria com a CBF Academy.

Em sentido diferente das demais manifestações, o deputado federal Mario Frias (PL-SP) saiu em defesa da Seleção. O parlamentar afirmou que a equipe representa "milhões de brasileiros" e que é possível fazer críticas sem abandonar quem "sempre honrou essa camisa".

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