PGR defende manutenção da prisão domiciliar de Bolsonaro
A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se nesta quarta-feira, 1º, pela manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. O órgão acompanhou o entendimento da autoridade policial e afirmou não haver indícios de infração disciplinar que justifique a alteração do regime de cumprimento da pena.
Nesta quarta-feira, 1°, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou pela manutenção da prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro.
No documento, a PGR acompanhou o entendimento da autoridade policial no caso envolvendo uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente.
Conforme o procurador-geral, Paulo Gonet, não há elementos para considerar que Bolsonaro tenha cometido uma infração disciplinar que justifique a mudança do regime de cumprimento da pena.
"A conclusão da autoridade policial, no que se refere a Jair Bolsonaro, tem, efetivamente, bom suporte nas circunstâncias apuradas do episódio", observou Gonet.
Por isso, a PGR pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o ex-presidente permaneça em casa, mas que a arma de fogo permaneça apreendida.
Caberá a Moraes, agora, dar a palavra final.
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