Promessa de transporte grátis é ‘estelionato eleitoral’ de Lula, diz Tarcísio
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), classificou nesta sexta-feira, 16, como “estelionato eleitoral” a promessa do presidente Lula da Silva (PT) de oferecer transporte público gratuito aos finais de semana em todo o país. A declaração foi feita durante um evento de expansão da Linha 2-Verde do Metrô, na capital paulista. Tarcísio questionou a viabilidade da proposta e
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), classificou nesta sexta-feira, 16, como “estelionato eleitoral” a promessa do presidente Lula da Silva (PT) de oferecer transporte público gratuito aos finais de semana em todo o país.
A declaração foi feita durante um evento de expansão da Linha 2-Verde do Metrô, na capital paulista. Tarcísio questionou a viabilidade da proposta e cobrou explicações sobre os custos e as fontes de financiamento.
Tarcísio: é preciso sustentabilidade financeira
“Não adianta ficar prometendo uma série de coisas se você não sabe quanto custa e de onde sai”, afirmou o governador. Ele também pediu estudos sobre o impacto da gratuidade nos sistemas de transporte de todo o país.
Tarcísio disse que o governo paulista gasta cerca de R$ 9 bilhões por ano em subsídios ao transporte sobre trilhos. Segundo ele, qualquer ampliação de benefícios precisa garantir a sustentabilidade financeira do sistema para evitar a queda na qualidade dos serviços.
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Apesar das críticas, o governador sinalizou apoio à proposta caso o governo federal consiga demonstrar que há recursos suficientes para custeá-la. “Se ele mostrar, estamos dentro”.
Lula anunciou na quinta-feira, 15, que pretende enviar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir passe livre aos finais de semana em cidades brasileiras que tenham transporte coletivo.
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A proposta foi apresentada depois da aprovação do fim da escala de trabalho 6x1 no Senado e integra uma série de medidas anunciadas pelo governo na reta final da campanha presidencial. Para entrar em vigor nos moldes anunciados, a PEC precisará ser aprovada em dois turnos na Câmara e no Senado.
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