Reis e crônicas: sabedoria ou desgraça — parte 2
Na primeira parte deste texto, trouxemos alguns pontos interessantes do explosivo processo de desenvolvimento que ocorre na Guiana. Fizemos pequenas comparações paralelas com a Venezuela e nos aproximamos do nosso principal objetivo que é chegar ao Brasil. Nesta segunda, parte vamos demonstrar como a falta de sabedoria dos que legislam, julgam e executam no nosso país, só não nos conduziram à ru
Na primeira parte deste texto, trouxemos alguns pontos interessantes do explosivo processo de desenvolvimento que ocorre na Guiana. Fizemos pequenas comparações paralelas com a Venezuela e nos aproximamos do nosso principal objetivo que é chegar ao Brasil. Nesta segunda, parte vamos demonstrar como a falta de sabedoria dos que legislam, julgam e executam no nosso país, só não nos conduziram à ruína até agora por causa da imensidão de riquezas que possuímos, mas até isto tem limites. Também faremos alguns paralelos com o Antigo Testamento, demonstrando como que as más ações de governantes só trazem desgraça para toda a nação e vice-versa. Veremos o quanto esta premissa ainda é válida e visivelmente real para aqueles que querem ter olhos para enxergar o que ocorre.
Não sou um exímio exegeta, pelo contrário, continuo a estudar com afinco cada pormenor da Palavra, portanto, para comprovar esta hipótese, passei esses quatro últimos meses fichando os dois livros de Reis e os dois livros de Crônicas da Bíblia, permitindo realizar uma pequena introdução resumida sobre eles para esta finalidade. Foi muito interessante ver que, quando um monarca não agia com sabedoria, seja em Israel (área norte) ou Judá (sul), praticando idolatria, ignorando as leis e os mandamentos, além de cometer injustiças, o seu reinado se tornava ruim e o povo sofria as consequências. Se o rei ainda era seguidor de doutrinas vãs, adorador da natureza, bosques, totens, estatuetas e dos corpos celestes, além de sacrifícios humanos, como crianças lançadas ao fogo, aí a situação se tornava uma verdadeira desgraça.
Depois das conquistas de Davi, do seu reino unificado e das bênçãos de Salomão, no inicio de seu reinado, os 19 reis seguintes de Israel já dividida foram considerados maus aos olhos do Senhor. Em Judá, o reino do sul, Manassés, Acaz, Amom e Roboão se destacaram como reis ruins, sendo que o primeiro foi o pior, pois começou a reinar com 12 anos. Permaneceu 55 anos no poder, praticando todo tipo de abominações, edificando lugares altos (hoje no Brasil, os topos de morros protegidos pelas leis ambientais), fez altares para imagens (hoje, por exemplo, a COP30 e as estátuas ambientais demoníacas em praças), queimou seus filhos no vale do filho de Hinom (quem expõem drasticamente as crianças do Brasil e finge que as protege?), plantou bosques como postes de adoração e baalins debaixo de árvores (hoje no Brasil, reservas ambientais de todo o tipo) e a lista segue. Para o caso dos reis de Israel, a coisa foi mais séria. Jeroboão I, Onri e Acabe foram devastadores, sendo que este último ainda se casou com Jezabel (a feiticeira) e estabeleceu culto para Baal, um deus demoníaco da época. Desta forma, toda vez que um rei insano destes assumia, o povo padecia e não adiantava os profetas avisarem. Eles, ou eram ignorados, ou assassinados. Algum paralelo com os tempos atuais?
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Na contrapartida, todos os reis que seguiram minimamente os mandamentos e fizeram aquilo que era bom aos olhos do Senhor, obtiveram graça e paz. Salomão, por exemplo, enquanto não se desviou, além de apresentar um dos reinados mais prósperos da História, estendeu essas bênçãos por todas as nações vizinhas. Até mesmo reinos pagãos consideravam o Deus de Israel como Senhor. Depois do seu tempo, entre reis ruins, só Ezequias, de Judá, teve uma graça semelhante à de Salomão.
Brasil x Guiana
Feita essa pequena introdução, voltemos à nossa questão de como este contexto bíblico geral sobre reis será usado mais adiante. Assim, por que começar comparando o Brasil com a Guiana neste momento? Ainda não será pela doutrina apenas, mas pelo uso da sabedoria e premissas corretas, pois foi este país que, além de utilizar rapidamente os lucros obtidos pelo petróleo para alavancar o desenvolvimento, o seu governo, diferentemente do Brasil, tem ofertado diversas facilidades para aqueles que querem empreender e ajudar nessa sua corrida de prosperidade, disparada pelo petróleo offshore equatorial (o mesmo que nós temos e que será claramente ampliado pelo encontrado no Amapá, “recentemente” descoberto como “promissor”), estendendo-se também para o agronegócio.
Para entender como chegamos ao absurdo de perdermos empreendedores do Brasil para a Guiana até neste setor econômico, devemos nos lembrar de um dos espinheiros criado pela Fundação Nacional do Índio em 1992, curiosamente, o mesmo ano da trágica Rio-92, a abjeta reunião ambiental-climática da Organização das Nações Unidas realizada no município do Rio de Janeiro que mais pareceu um Carnaval global, análogo a um conjunto de festas pagãs (quem viu, vai se lembrar). Como dissemos anteriormente, o cerco desta doutrina foi esmagador para as atividades rurais e neste ano, eles inventaram magicamente uma das maiores terras indígenas da História, a Raposa Serra do Sol, em Roraima, iniciando então sua demarcação. Lá habitavam em sinergia produtores rurais de vários cultivos, mas especialmente da área da rizicultura, junto com os cidadãos brasileiros locais de etnia indígena, sendo que isto nunca foi um problema.
Produtores rurais enxotados
Por 40 anos eles produziram e sustentaram suas famílias. Não só trouxeram prosperidade econômica nesta nova fronteira agrícola desbravada nos anos de 1980, como também operaram manejo exemplar das terras, evitando erosão e outros problemas ambientais. Porém, como resultado, em 15 de abril de 2005, o lulopetismo homologou essa reserva, com 1,7 milhão de hectares contínuos, planejada desde a época de Fernando Henrique Cardoso, outro comuno-socialista disfarçado por uma gravata. Depois de uma longa batalha judicial, em 19 de março de 2009, o Supremo Tribunal Federal, pela relatoria de Carlos Ayres Britto, indicado por Lula, decidiu pela derrocada dos produtores e suas famílias foram enxotadas, saindo sem absolutamente nada.
A pobreza se instaurou de forma generalizada para todos, incluindo os cidadãos de etnia indígena que passaram a ser favelados, além de um visível caos ambiental gerado pelo simples abandono da área. Para quem duvida, basta ver como ficaram as terras depois da expulsão dos proprietários pelos “gloriosos” membros da Polícia Federal (PF) e de outras instituições, cenas estas, mostradas inclusive por um dos ministros de Dilma Rousseff, na época da “Copa do Mundo no Brasil” (há uma farta documentação na internet). Quem viu os vídeos da PF arrancando as pessoas de suas casas deve ter sentido na alma a injustiça, exatamente como ocorre agora, nos rincões do Brasil, onde membros do Ibama andam fortemente armados, exercendo terrorismo de Estado sobre pessoas comuns. Tudo em nome do ambientalismo-climático, pois a “Terra precisa descansar do homem e ser esvaziada”.
Esta situação observada na “reserva” ocorreu com a maestria do mesmo sujeito que desgoverna atualmente o Brasil, mas não sem apoio dos membros da mais alta Corte do país, em clara consonância com as agendas de espectro destrutivo esquerdista. Assim, criou-se um dos maiores vazios demográficos em uma região de alto potencial energético, agrícola e mineral sem precedentes. Por quê? Por causa de índios? Por causa de clima? Para fazerem “corredores ecológicos”? As respostas são tiradas da própria tragédia. Sem gente, sem testemunhas, terra de ninguém. Terra para alguém.
De qualquer forma, este foi um dos exemplos da insegurança jurídica que vivem todos os brasileiros, indicando que o país já não era uma democracia republicana constitucionalista há muito tempo. Cada vez mais, ano depois de ano, só cresceram as provas que demonstram que vivemos uma ditadura comuno-socialista, amplamente apoiada no engodo doutrinário verde e sustentada por juízes e instituições corrompidas até a alma, cuja reversão é extremamente difícil. Também já nos abre para argumentar um dos primeiros aspectos paralelos, referente aos livros de Reis e Crônicas da Bíblia, pois a injustiça de certos “reis” e seus atos vis e podres vão se manifestando pelo povo, refletindo com consequências graves para a nação, inclusive para a sua própria existência, podendo ser tomada por nações estrangeiras. Não há dúvida alguma sobre isto quando avaliamos os quatro últimos anos.
Ainda sobre reis
Oseias, último rei de Israel (Reino do Norte, dez tribos), embora não tivesse sido um rei tão ímpio, ainda fez “aquilo que era mau aos olhos do Senhor” (segundo livro de Reis, capítulo 17, versículo 2). Foi conquistado pelo império da Assíria e o povo, espalhado, levado em cativeiro em 722a.C. No reino do sul, Zedequias também foi um rei que não fez aquilo que era certo aos olhos do Senhor. Era um rei subordinado (fantoche) colocado no trono por Nabucodonosor II, rei da Babilônia por respeito à realeza. Ignorou todos os avisos do profeta Jeremias, jogando-o na prisão. Fez aliança com o Egito na tentativa de se livrar da Babilônia. Como resposta, Jerusalém e o templo foram destruídos, seus filhos mortos e ele teve os olhos arrancados, em 586 a.C., ficando preso na Babilônia. Resumindo, fizeram aquilo que era mau aos olhos do Senhor e não receberam proteção contra os inimigos.
Voltando ao Brasil, lugar onde impera a injustiça, com um Estado totalitário apertando o cidadão e os empreendedores, pergunta-se onde foram parar esses bravos valentes desbravadores expulsos de suas terras, com escrituras legítimas, enxotados do seu país pelo “rei Acabe” de nossos tempos? Pois bem, os agricultores que transformaram Roraima em um dos maiores produtores de arroz foram recebidos de braços abertos pelo país vizinho, a Guiana, produzindo exatamente próximo da linha de fronteira com o Brasil, onde antes foram expulsos por causa de suposta reserva indígena “altamente necessária” e as questões ambientais falaciosas. Essa alternativa no exterior levou a pecuária, o milho e uma safra de 150 mil hectares de cultivo de soja que poderiam estar no Brasil para outro país.
Notemos que na Guiana eles produzem no mesmo bioma amazônico ou em suas faixas de transição, mas isto não se tornou um problema ambiental-climático. Pelo contrário, os produtores estão ganhando incentivos de todo o tipo pelo governo, mostrando que quando o “rei” age com sabedoria, o povo prospera. Além da segurança jurídica, o Estado dá todos os incentivos necessários, incluindo o fiscal. O governo deles se tornou parceiro, não pondo dificuldades para quem está alavancando a nação. Ao invés de embargarem terras, eles fazem concessão para a agropecuária. Como se não bastasse os incentivos fiscais, sem cobrança de impostos, o investimento é pesado em infraestrutura para que as safras de grãos saiam diretamente das fazendas para os terminais de embarque, incluindo os privados. Muito além de apenas material, ações deste tipo mostram respeito por quem trabalha e traz dignidade para o empreendedor.
Do outro lado da fronteira, e estendendo-se por todo o Brasil, a situação foi de mal a pior nos últimos 30 anos. O governo não é parceiro, é crítico, desencorajador, quando não opressor, autoritário, cria dificuldades plenas, muda regras no meio do jogo, cobra impostos imorais etc. O produtor rural brasileiro tem que tirar licença ambiental para praticar o seu ofício; tem que criar e manter com seus recursos, pagando imposto, áreas de reservas privadas absurdas e abusivas, já alcançando 25% da área do Brasil; tem que se submeter aos auspícios de promotores públicos que viraram verdadeiros sacerdotes da seita ambientalista.
Além disso, agricultores e pecuaristas brasileiros não param de ser incomodados por qualquer bobagem ambiental-climática. Recebem infrações e pagam multas homéricas por qualquer absurdo que a fiscalização justificar, apenas com um “porque sim”. Pagam impostos insanos. Submetem-se às leis mais estapafúrdias já criadas pelo homem sobre meio ambiente que sempre estouram para o lado dos mais fracos, principalmente os pequenos e médios produtores, só para atenderem exigências de ONGs vagabundas sustentadas por agentes externos aos interesses nacionais (sim, deixei de listar uma infinidade de outros exemplos). Se tudo isto já é um absurdo, o desrespeito e as acusações levianas feitas por governantes, agentes públicos e parlamentares viraram a gota d’água que transborda o cálice da maldade. Essa gente, literalmente, não vale o prato que come, pois só trazem consequências terríveis para a nação.
Vexame vai além
O vexame não para por aí. Chegamos ao ponto de dependermos da infraestrutura que será criada na Guiana para escoar a produção da Região Norte do Brasil, a saber, para quem ainda restou plantando em Roraima. No limite do Estado, no município de Bonfim, temos a cidade fronteiriça de Lethen, na região de Essequibo, a mesma que Maduro queria tomar da Guiana por ser riquíssima em petróleo. A nova rodovia de cerca de 300 km pretende ligar Lethen até o porto na capital guianesa de Georgetown. O percurso, além de ajudar os brasileiros, servirá de escoamento para as novas regiões produtoras da Guiana e possivelmente facilitará a exploração de outras fontes de petróleo em região de floresta.
Se não bastassem agricultores e pecuaristas saindo do Brasil, o que dizer das empresas? No lado sul, o Paraguai tornou-se o novo porto seguro para as empresas brasileiras que estão cada vez mais sufocadas pela alta, descomunal e crescente carga de impostos. A Lei Maquila do Paraguai adota o regime 10-10-10 de impostos, ou seja, alíquota de apenas 10% para rendimentos locais das pessoas físicas, das empresas e para produtos de valor agregado, onde este último ainda é reduzido para 5% para itens básicos, como alimentação. Nada mais se paga. Ademais, com a energia barata proveniente de Itaipu, as indústrias acabam reduzindo os custos drasticamente. Adianto que, se o Paraguai requisitar sua cota de energia total, não vendendo mais o seu excedente para nós, a situação ficará muito pior. Aviso dado para quem se habilitar a ser “rei” das terras tupiniquins.
Essa falta de visão estratégica de longo prazo é digna dos que nos governam. Se a Guiana rapidamente passou a explorar seu petróleo offshore equatorial, aqui no Brasil, foram anos apenas para a liberação ambiental para realizar a avaliação preliminar de prospecção no mesmo local, em águas brasileiras. Assim, para explorar comercialmente deve demorar mais de uma década. Imaginemos o recém “descoberto” no litoral do Amapá quanto tempo demorará. Outro exemplo foi a região Sul do país, com enormes depósitos de carvão mineral, está para sucumbir por problemas com a legislação ambiental-climática.
Uma usina a carvão, no município de Candiota (RS) conseguiu permanecer operando ainda até o final de 2040, depois das ameaças governamentais para o seu encerramento (como muitas outras usinas no Sul). Isso significaria o fim do município, pois a maior parte da economia gira ao redor dessa infraestrutura. Esse alívio é pequeno, tendo em vista que uma nova lei aprovada em 2025 para os setores de energia e gás mostra que o estado brasileiro ainda pretende cumprir as estúpidas metas climáticas para exercer seu “protagonismo climático” patético.
Não é só o Brasil que dá mau exemplo
Embora tenhamos abordado países subdesenvolvidos, um exemplo de como governantes (aqui, em paralelo com os reis do Antigo Testamento) podem destruir até países ricos. A Alemanha entra nessa lista, pois conseguiu uma proeza surpreendente. Ângela Merkel foi o exemplo contemporâneo de como um governante comuno-socialista conduz um país rico à beira da ruína. Foram 16 anos (de 2006 a 2021) de políticas ambientais-climáticas absurdas que nos fazem perguntar como eles resistiram sendo ludibriados pelo canto da serpente por tanto tempo? Aqui no Brasil, poderíamos esperar algo como isto, pois basta observar os que ainda governam, mas lá, realmente é de se espantar.
Katherine Reiche, ministra da Economia e Energia do atual governo alemão, concedeu uma entrevista ao Frankfurter Allgemeine Zeitung, onde ela deixou claro como as políticas energéticas desvairadas para atender agendas climáticas destruíram o país em menos de duas décadas. Como alertou o economista Pedro Eric Carneiro: “É a primeira grande fissura pública no edifício ideológico que dominou a política energética alemã — e, por extensão, a europeia”. Embora ainda ande sobre ovos, pois pretendem manter os investimentos em energias renováveis, há pelo menos uma sinalização para contratos de compra de gás.
O custo da fantasia climática alemã para realizar a expansão de rede, manter sistemas geradores de energia de reserva para suprir a intermitência da eólica e solar e a total ineficiência em se tentar administrar uma economia moderna baseada em “política climática” cobrou o seu preço: subiu de € 36 bilhões para € 90 bilhões, segundo a ministra que afirmou que tais verdades precisam aparecer na narrativa oficial. “O autoengano acabou”, completou. Isso só reforçou aquilo que descrevi na matéria anterior sobre a “esquerda” ser um verdadeiro câncer político-ideológico, sustentando os magnatas e regimes que fingem combater. A racionalidade é jogada ao lixo e as discussões são feitas apenas com gritaria vazia, sem sentido, sem propósito, senão instaurar a fuzarca.
Exatamente como a Venezuela, precisamos citar, mesmo que brevemente, aqueles países onde a riqueza obtida também com o petróleo, não trouxe prosperidade. O Egito é um deles. Embora tenha aumentado sua produção, desde antes de ser a sede da reunião climática, o Carnaval fora de época chamado COP, o país não utiliza desses recursos para criar prosperidade para a nação. Pelo contrário, pois o que vemos é um pleno estado de miséria avassaladora. O Timor-Leste é outro exemplo que vive na berlinda há pelo menos dez anos. Desde a sua “independência”, em 20 de maio de 2002, o país explora petróleo como sua fonte de riqueza majoritária, mas que não reflete em benfeitorias para a sua exígua população de apenas 1,5 milhão de habitantes, quase o dobro da Guiana. Para todos eles a culpa é de quem? Da falta de recursos ou do governante?
Sobre geração de riqueza
Nisto que se compõe o uso racional de recursos, especialmente os energéticos de grande valor como o petróleo. A partir dele e de outros como a agricultura, a geração de energia, infraestrutura e processos fabris, parte-se para estágios mais evoluídos de desenvolvimento, que aqui no Brasil, estão sempre a naufragar. Neste ponto, não se deve cometer o erro já visto em outras sociedades, como a alemã que, ao invés de usar tudo o que construiu depois da 2ª Guerra Mundial em seu favor, resolveu adotar políticas públicas suicidas, aderindo às ideologias destrutivas que vieram e continuam sistematicamente arruinando a nação.
Antes de finalizar, devemos falar sobre a riqueza gerada. Caberá ao gestor público aplicá-la com sabedoria. Por exemplo, iniciou-se com petróleo, reforçou-se agricultura e assim, segue-se um rumo lógico e racional de desenvolvimento e prosperidade multiplicativa. Com recursos, devem-se evitar decisões estúpidas. Por exemplo, no ramo de energia, os investimentos precisam ocorrer no ramo nuclear, tanto da consolidada fissão, como da experimental fusão, montando polos de pesquisa avançada, em vez do besteirol inútil dos moinhos de vento e painéis solares. A Alemanha que o diga. A pesquisa científica deve resolver problemas reais, criando novas perspectivas. Para citar, só a reciclagem do “lixo nuclear” dos Estados Unidos poderia abastecer aquela nação, que consome um terço da energia que é produzida no mundo, por mais um século. Imaginemos então se rompermos essas novas fronteiras?
O que fizemos nesta explanação foi muito mais que uma analogia entre os governos atuais e os reis descritos na Bíblia. As evidências estão aí para quem quiser ver, por isso convido a leitura dos livros de Reis e Crônicas. Assim, pergunta-se com toda a simplicidade: é possível ter bênçãos em um país onde os órfãos e viúvas foram assaltados institucionalmente? Onde o mal prospera e o de bem sofre? Onde políticas públicas são feitas objetivando agendas distópicas em detrimento das necessidades reais de seu próprio povo? Onde a única coisa que o Estado sabe oferecer é mais controle e impostos?
Este pequeno esboço objetivou realizar uma análise bastante pragmática, mesmo que simples de como os países, por meio de agentes públicos de percepção no mínimo tortuosa, têm criado verdadeiras desgraças para as suas respectivas nações com a prática de um ambientalismo-climático que desabou há tempo para uma idolatria fervorosa, onde tudo virou um falso Éden que não pode ser tocado, pois a humanidade deixou de ser prioridade. Trouxemos alguns exemplos de países que estão a florescer no sentido certo, enquanto que outros escolheram o caminho do abismo, como foi o caso da Alemanha, que tenta sair de um beco e, de forma continuada, o Brasil, que é corroído por dentro por um Estado corrupto que resolveu assaltar o cidadão até onde for possível a imoralidade chegar.
Enquanto pequenos e médios, sejam pessoas ou negócios, ficam a mercê de sua própria sorte, esmagados pelas instituições deste Estado tomado por tiranos que alegam “democracia” a plenos pulmões, um seleto grupo maioral, muitas vezes ligados a estrangeiros, tem privilégios que os beneficiam. Se antes as pessoas desconfiavam por inferência que agentes do governo destas mesmas instituições, políticos legisladores formulando leis estúpidas e membros de altas Cortes estariam envolvidos em resolver certas dificuldades legais ou ilícitas, hoje, escancararam-se essas ações de forma explícita.
As eleições estão muito próximas e caberá, supostamente às pessoas, escolherem novos parlamentares e governantes. Neste caso, para tentar resolver esse imenso problema criado, precisamos escolher alguém com a força de um Davi, para limpar as hordas malignas instauradas; com a sabedoria de Salomão, para consolidar um renovo de prosperidade para essa nação como a nova “terra prometida” e, finalmente; um Josias, para manter a ordem e tudo em pleno funcionamento, respeitando o povo da nação brasileira.
Mantenhamos nossas lamparinas acesas.
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