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Renan Santos defende alterações na CLT e fim de supersalários

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) defendeu, em sabatina realizada na segunda-feira (17), mudanças na legislação trabalhista, uma nova reforma da Previdência e o fim dos penduricalhos no serviço público.

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu, durante sabatina do SBT News nesta segunda-feira, 17, mudanças na legislação trabalhista, uma nova reforma da Previdência e o fim dos chamados penduricalhos no serviço público.

Segundo Renan, os custos trabalhistas prejudicam empresas brasileiras e contribuem para o avanço dos pedidos de recuperação judicial. Ele afirmou que pretende flexibilizar contratos e ampliar a possibilidade de negociação direta entre empregadores e trabalhadores.

Leia também: "CLT obsoleta", artigo de Anderson Scardoelli, publicado na Edição 333 da Revista Oeste

“A legislação trabalhista é muito custosa, é preciso fazer uma alteração drástica da CLT, porque o trabalhador já está precarizado”, afirmou.

O candidato disse que a proposta manteria garantias trabalhistas, principalmente aquelas relacionadas à maternidade. Também defendeu a ampliação da formalização do mercado de trabalho.

Renan Santos sobre segurança e previdência

Renan afirmou que pretende rever a reforma da Previdência de 2019, que considera insuficiente. Entre as medidas citadas estão o fim de benefícios adicionais e dos supersalários no serviço público, inclusive entre militares.

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República | Foto: Reprodução/GloboNews

Na segurança pública, o candidato defendeu a criação de 300 mil a 500 mil novas vagas no sistema prisional, com custo estimado entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. Ele também apresentou como proposta o combate mais rigoroso às facções criminosas e utilizou o slogan “prendeu, matou”, adotado por parte de seus apoiadores.

“Temos que tratar de maneira diferente quem age de maneira muito diferente, atuar de maneira muito dura, para destruir as facções em um ano”, declarou.

Sobre o Bolsa Família, Renan disse que pretende promover uma transição do modelo de assistência para políticas voltadas à geração de empregos. Ele afirmou que manterá o benefício para pessoas em situação de extrema pobreza enquanto não surgirem alternativas de trabalho.

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O candidato também afirmou que os 12 anos à frente do Movimento Brasil Livre (MBL) compensariam sua falta de experiência na administração pública.

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