Romário abre mão de salário para acompanhar Copa do Mundo nos EUA
O senador Romário (PL-RJ) anunciou nesta terça-feira que não receberá salário durante o período em que acompanhará a Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos. Ele comunicou a decisão à presidência do Senado e afirmou que devolverá qualquer remuneração eventualmente paga.
O senador Romário (PL-RJ) anunciou, nesta terça-feira, 30, que não receberá salário durante o período em que acompanhará a Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos.
O parlamentar afirmou que já comunicou a decisão à presidência do Senado e garantiu que devolverá aos cofres públicos qualquer remuneração eventualmente paga durante a viagem.
Em pronunciamento por videoconferência no plenário, Romário explicou que permanecerá no exercício do mandato para participar das votações de forma remota, caso haja deliberações no Senado.
"Voluntariamente, abri mão do meu salário por todo o período em que estarei acompanhando a Copa", disse o senador fluminense. "Não receberei salário desde o primeiro dia da Copa. O que for pago será devolvido aos cofres públicos."
Ao comentar o anúncio, Alcolumbre elogiou Romário e afirmou que essa foi uma decisão pessoal. "Vossa Excelência está honrando o Brasil como sempre honrou, como nosso ídolo, nosso campeão da Copa do Mundo, e como senador reeleito pelo Rio de Janeiro", afirmou.
Romário alega que trabalhará à distância
O senador ainda afirmou que uma das principais razões para não solicitar licença foi o compromisso de votar a favor da proposta que extingue a escala de trabalho 6x1.
"O dia da votação ainda não foi marcado", observou Romário. "Pelo compromisso que assumi de votar favoravelmente a essa matéria é que decidi não tirar licença no Senado no período em que estou acompanhando a Copa do Mundo. A tecnologia moderna permite que eu me conecte por vídeo, como estou fazendo agora, e dê o meu voto."
De acordo com a assessoria do parlamentar, Romário continuará participando das sessões de forma remota durante a viagem.
O senador retornou às atividades legislativas em abril, depois de cumprir uma licença de 120 dias iniciada no fim de 2025. Como esse período corresponde ao limite máximo de afastamento permitido em um mesmo ano, Romário não poderia solicitar uma nova licença para acompanhar o Mundial.
Segundo a assessoria, os gabinetes de Romário em Brasília e no Rio de Janeiro continuarão funcionando normalmente durante a competição.
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