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São Paulo mantém suspensão do rodízio de veículos durante greve de ferroviários

A Prefeitura de São Paulo decidiu manter a suspensão do rodízio municipal de veículos nesta quarta-feira, 5, em razão da continuidade da greve dos ferroviários. A paralisação afeta as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM, comprometendo o deslocamento de milhares de passageiros. O rodízio, que abrangeria placas finais 5 e 6, permanece sem efeito das 7h às 10h e das 17h às 20h. A Companhia d

Em meio à paralisação dos ferroviários, a Prefeitura de São Paulo decidiu manter a suspensão do rodízio municipal de veículos nesta quarta-feira, 5. A medida ocorre em razão da continuidade da greve, que compromete o funcionamento das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM e afeta o deslocamento de milhares de passageiros.

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O rodízio, que abrangeria veículos com placas finais 5 e 6, permanece inativo nos horários das 7h às 10h e das 17h às 20h. Segundo comunicado, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) monitora o trânsito em toda a capital e atua para reduzir impactos e orientar condutores.

Impactos da greve no transporte e no trânsito

Trens da CPTM | Foto: Reprodução/Flickr

Nesta terça-feira, 4, primeiro dia da paralisação, o rodízio já havia sido suspenso, resultando em um dia de trânsito incomum na cidade. Revisões ao longo do período mostraram dados de lentidão nas vias.

O transporte sobre trilhos registrou plataformas lotadas, trens lentos, trajetos reduzidos e ônibus do sistema Paese insuficientes para atender à demanda.

Leia também: "CLT obsoleta", reportagem de Anderson Scardoelli publicada na Edição 333 da Revista Oeste

Está prevista para esta quarta-feira, 5, uma reunião entre representantes dos ferroviários e do governo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) às 12h. Uma assembleia da categoria deve ocorrer às 17h para decidir se a greve continua.

O governo Tarcísio de Freitas qualificou como injustificada a continuidade da paralisação. “O governo do Estado de São Paulo manifesta sua absoluta reprovação à continuidade de uma paralisação que, sob o pretexto de defender interesses da categoria, impõe graves prejuízos a quase 1 milhão de passageiros que dependem diariamente do transporte ferroviário para trabalhar, estudar e acessar serviços essenciais”, afirmou em nota.

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Já o sindicato dos ferroviários argumenta que a gestão ainda não ofereceu “garantia concreta por escrito, de manutenção dos empregos de todos os trabalhadores da CPTM, principal reivindicação dos ferroviários durante todo o processo de negociação”.

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