Setor de serviços tem queda em agosto, em resultado abaixo do esperado
O setor de serviços no Brasil registrou uma queda de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já em relação ao mesmo período do ano passado, o volume de serviços cresceu 0,6%. No acumulado dos oito primeiros meses de 2026, a alta foi de 1,7% e, no acumulado de
O setor de serviços no Brasil registrou uma queda de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já em relação ao mesmo período do ano passado, o volume de serviços cresceu 0,6%. No acumulado dos oito primeiros meses de 2026, a alta foi de 1,7% e, no acumulado de 12 meses até agosto, de 2,2%.
Segundo o IBGE, o setor de serviços está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do recorde da série histórica (outubro de 2025).
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O resultado veio abaixo da média das estimativas do mercado. Analistas consultados pela Reuters projetavam altas de 0,4% (na base de comparação mensal) e 1,1% (anual).
Resultado por atividades pesquisadas
A pesquisa do IBGE mostrou que três das cinco atividades pesquisadas em agosto tiveram variação negativa em relação a julho:
- Outros serviços (-1%)
- Transportes (-0,2%)
- Serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,2%)
O segmento de informação e comunicação, por sua vez, registrou estabilidade em agosto (variação de 0%). Por outro lado, os serviços prestados às famílias avançaram 2,1%, a segunda alta consecutiva.
Serviços têm queda em 12 dos 27 locais pesquisados
Ainda de acordo com o IBGE, 12 das 27 unidades da Federação pesquisadas tiveram recuo no volume de serviços em agosto deste ano, na comparação com julho.
Entre os locais com taxas negativas, o impacto mais significativo foi da Bahia (-4,8%), seguida por Espírito Santo (-4,5%), Ceará (-3,1%), São Paulo (-0,1%) e Mato Grosso (-2,3%).
Por outro lado, o Distrito Federal (3,7%) exerceu a principal contribuição positiva para o resultado do mês, seguido por Minas Gerais (0,8%), Paraná (1%) e Rio de Janeiro (0,5%).
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