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SP: Derrite se torna o senador mais votado da história

Guilherme Derrite (PP) foi eleito senador por São Paulo neste domingo, 4, e alcançou a maior votação já registrada para o cargo no país. O ex-secretário da Segurança Pública paulista recebeu 13.273.880 votos, o equivalente a 30,59% dos votos válidos, segundo a apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele conquistou a primeira das duas vagas destinadas ao Estado. + Entenda o que é Polític

Guilherme Derrite (PP) foi eleito senador por São Paulo neste domingo, 4, e alcançou a maior votação já registrada para o cargo no país. O ex-secretário da Segurança Pública paulista recebeu 13.273.880 votos, o equivalente a 30,59% dos votos válidos, segundo a apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele conquistou a primeira das duas vagas destinadas ao Estado.

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André do Prado (PL) ficou com a segunda vaga. O deputado estadual recebeu 12.703.089 votos, ou 29,28% dos válidos. Com o resultado, também entrou para o ranking das maiores votações da história do Senado.

Até então, o recorde pertencia ao ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que recebeu 11.189.168 votos em São Paulo na eleição de 2010. Naquele pleito, ele alcançou 30,42% dos votos válidos.

Derrite ganhou projeção na segurança

Urna Eletrônica | Foto: Nelson Jr./ASICSTSE

A eleição consolida a trajetória política de Derrite na Câmara e no governo paulista. Ex-capitão da Rota e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, ele chegou ao Congresso pela primeira vez em 2018. Em 2022, conquistou a reeleição para deputado federal.

Entre 2023 e 2025, Derrite comandou a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo no governo Tarcísio de Freitas. Durante o período, deixou temporariamente a pasta em duas ocasiões para reassumir o mandato na Câmara.

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Em março de 2024, voltou ao Congresso para relatar o projeto que restringiu as chamadas “saidinhas” de presos do regime semiaberto. Já em novembro de 2025, Derrite reassumiu o mandato para relatar o projeto de lei Antifacção. A proposta ampliou sua projeção nacional na área de segurança pública. Como relator, ele defendeu regras mais rígidas contra organizações criminosas e milícias.

A Câmara aprovou boa parte do texto defendido por Derrite depois de analisar mudanças feitas pelo Senado. Entre os pontos mantidos estava a criação do crime de “domínio social estruturado”, com penas de 20 a 40 anos. A proposta acabou sancionada e deu origem à Lei 15.358/2026.

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Simone Tebet (PSB), com 19,23%, e Marina Silva (Rede), com 18,12%, ficaram fora da composição do Senado por São Paulo.

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