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Zema diz que, se eleito, primeiro ato será proibir apostas on-line

O candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, afirmou que, se eleito, pretende proibir as plataformas de apostas on-line. Segundo o ex-governador de Minas Gerais, a medida seria acompanhada de ações para combater a atuação clandestina dessas empresas.

O candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, afirmou que pretende proibir as plataformas de apostas on-line caso seja eleito. Segundo o ex-governador de Minas Gerais, o fim das bets seria o seu primeiro ato à frente do Palácio do Planalto, acompanhado de medidas para combater a atuação clandestina das empresas.

“Como presidente, meu primeiro ato vai ser eliminar essa praga que só tem crescido no Brasil”, afirmou Zema. “O Novo, o meu partido, é favorável ao livre mercado, sim, mas não ao livre mercado que destrói a vida das pessoas, venda de cocaína, venda de outras coisas do gênero.”

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Zema deu a declaração nesta segunda-feira, 24, durante uma visita à Igreja Assembleia de Deus Ministério Unção, em Belford Roxo (RJ). Na ocasião, o candidato também direcionou suas críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva por obter receitas bilionárias com a atividade, mas sem propor “nenhuma política social para combater o vício”.

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Combate ao mercado clandestino

Ao defender a proibição das bets no país, o candidato reconheceu que a proibição pode levar parte das apostas para sites ilegais, mas afirmou que o governo dispõe de recursos tecnológicos para identificar e derrubar essas plataformas.

“Se você legaliza, acaba ampliando esse mercado, que só traz desgraça, que só traz uma vida pior para as pessoas”, afirmou. “Na hora que você proíbe as bets, é lógico que vai existir um mercado marginal, mas hoje já há recursos tecnológicos para você estar correndo atrás, fechando e suspendendo sites.”

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O ex-governador também recorreu ao combate às drogas para sustentar o argumento de que a existência de um mercado clandestino não deve impedir o Estado de proibir determinada atividade.

“Mercado clandestino sempre vai ter”, prosseguiu. “Não temos pessoas viciadas em cocaína, que é legalmente proibida há décadas? (...) É o que acontece com a cocaína: você prende um traficante e surge outro no lugar. Mas é dever e obrigação do Estado.”

O presidenciável também admitiu que, caso não consiga extinguir as plataformas, pretende ao menos restringir significativamente o setor. “Se não der para proibir, que pelo menos tenha uma redução de 50%”.

O post Zema sobre bets: ‘Meu primeiro ato vai ser eliminar essa praga’ apareceu primeiro em Revista Oeste.

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