Militares do Exército atendem emergência e ajudam a salvar bebê indígena prematuro em aldeia isolada
Criança indígena recebendo atendimento de emergência de médico do Exército
Exército Brasileiro/Divulgação
Um atendimento de emergência realizado por militares do 1º Pelotão Especial de Fronteira (PEF) Tiriós, do Exército Brasileiro, foi decisivo para a estabilização de um bebê indígena, da etnia Tirió, na Aldeia Missão Nova, no município de Oriximiná, no extremo norte do estado do Pará.
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Por Brasil Estado
16/03/2026 às 15:16 ·
3 min de leitura
Criança indígena recebendo atendimento de emergência de médico do Exército
Exército Brasileiro/Divulgação
Um atendimento de emergência realizado por militares do 1º Pelotão Especial de Fronteira (PEF) Tiriós, do Exército Brasileiro, foi decisivo para a estabilização de um bebê indígena, da etnia Tirió, na Aldeia Missão Nova, no município de Oriximiná, no extremo norte do estado do Pará.
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A região de difícil acesso na Amazônia, fica localizada dentro do Parque Indígena de Tumucumaque, nas proximidades dos rios Trombetas, Cuminá e Paru.
O atendimento de emergência foi realizado na semana passada, mas só foi divulgado pelo Exército nesta segunda-feira (16).
Os militares do pelotão estavam em visita à comunidade e foram acionados quando uma mulher que chegou ao local carregando um bebê com sinais vitais debilitados, pele pálida e sem choro. Ao perceber a gravidade da situação, o 2º Tenente Costa, comandante do pelotão, e a 2º Sargento Thainá, militar da área de saúde, deram apoio ao atendimento realizado no posto de saúde da aldeia.
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Diante da evolução do quadro clínico da criança, o comandante do pelotão deslocou-se até a base para buscar reforço médico. Pouco depois, retornou acompanhado do 2º Tenente Magalhães, médico, e do Cabo Monteiro, responsável pelo transporte seguro de pacientes em macas, somando com profissionais do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).
Os militares também auxiliaram na solução de problemas em equipamentos médicos, permitindo a administração de oxigênio à criança, o que ajudou na estabilização do quadro clínico. O caso foi acompanhado à distância pela Major Monique, pediatra da 8ª Região Militar, que orientou as condutas médicas adotadas no local.
Devido à gravidade da situação e às limitações de recursos disponíveis na aldeia, foi necessário levar a criança de avião para o Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), em Macapá (AP), para que ela pudesse receber o atendimento especializado. Logo após a chegada, a criança foi internada na UTI.
Criança indígena foi levada de avião para hospital em Macapá (AP)
Exército Brasileiro/Divulgação
Para o Exército, a atuação da equipe do 1º Pelotão Especial de Fronteira Tiriós foi fundamental para garantir o atendimento emergencial e a estabilização da criança até a chegada do suporte para encaminhamento ao tratamento especializado.
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