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IOF soma R$ 25,2 bilhões e cresce 44% ante 2025

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) arrecadou R$ 25,2 bilhões entre janeiro e março de 2026, segundo dados da Receita Federal divulgados nesta terça-feira, 28. O resultado coloca o tributo entre os que mais avançaram no período. + Leia mais notícias de Economia em Oeste No mesmo intervalo de 2025, o volume somava R$ 17,4 bilhões. A diferença chega a R$ 7,7 bilhões, o que representa c

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) arrecadou R$ 25,2 bilhões entre janeiro e março de 2026, segundo dados da Receita Federal divulgados nesta terça-feira, 28. O resultado coloca o tributo entre os que mais avançaram no período.

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No mesmo intervalo de 2025, o volume somava R$ 17,4 bilhões. A diferença chega a R$ 7,7 bilhões, o que representa crescimento real de 44,45% na comparação anual.

O desempenho supera o ritmo da arrecadação total. No primeiro trimestre, as receitas administradas pela Receita Federal alcançaram R$ 758,8 bilhões, com alta real de 5,59% frente ao mesmo período do ano anterior.

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A diferença de ritmo evidencia o peso do imposto no resultado agregado. Enquanto o conjunto das receitas cresce em torno de um dígito, o IOF registra expansão superior a 40% no mesmo intervalo.

Comparação do IOF com outros tributos

Entre os principais tributos federais, o IOF se destaca pela variação percentual. Contribuições como PIS/Cofins somam R$ 153,1 bilhões no período, com crescimento de 5,60%.

A receita previdenciária atinge R$ 187,3 bilhões, com alta de 5,37%. Os números indicam avanço mais moderado em relação ao imposto sobre operações financeiras.

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O Imposto de Renda Retido na Fonte sobre capital arrecada R$ 37,1 bilhões, com crescimento de 20,40%. O Imposto de Renda da Pessoa Física soma R$ 8,7 bilhões, com alta de 7,44%.

Nesse conjunto, o IOF apresenta a maior variação entre os tributos de maior relevância na arrecadação federal. O resultado destoa do comportamento das demais receitas.

Mudanças legais influenciam resultado

A Receita Federal atribui parte do avanço a alterações na legislação tributária. As mudanças ampliaram a incidência do imposto sobre operações financeiras.

A alíquota do IOF varia conforme o tipo de operação. Desde maio de 2025, compras internacionais com cartão ou em espécie passaram a adotar alíquota unificada de 3,5%.

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Operações de crédito, como empréstimos e uso do cheque especial, incluem cobrança fixa de 0,38%, acrescida de taxa diária de 0,0082%, limitada a 3,38% no total.

No caso de investimentos, a incidência do imposto diminui ao longo do tempo e pode chegar a zero em aplicações mantidas por mais de 30 dias.

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Fonte: Revista Oeste · Por Vanessa Araujo

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