Pastor abençoa campanha de Flávio Bolsonaro em culto em Alagoas
O pastor José Wellington Costa Junior, presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil, fez uma oração pela campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante um culto na terça-feira, 25, em Alagoas.
O pastor José Wellington Costa Junior, presidente da Convenção Geral dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Brasil, pediu bênção para a campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante um culto nesta terça-feira, 25, em Alagoas.
Flávio foi chamado ao altar durante a celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus no Estado. O pastor pediu que Deus abençoasse a candidatura do senador e afirmou que a igreja “ora”, “clama” e “suplica” para que o Brasil seja “liberto das garras de Satanás”.
“Ó Pai amado, abençoe a sua campanha, abençoe os deputados que estão concorrendo”, afirmou José Wellington.
Cerca de 8 mil pessoas acompanhavam a transmissão oficial pela internet no momento da oração. Flávio incluiu o culto em sua agenda de campanha, mas não discursou. O senador deixou o local logo depois da manifestação do pastor.
Outros políticos participaram da celebração
Também estavam no altar o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice de Flávio, o deputado federal Delegado Fábio Costa (PP-AL), vereadores do PL e o ex-ministro do Turismo Gilson Machado (Pode), candidato a deputado federal em Pernambuco.
José Wellington afirmou que os políticos presentes estavam no culto para receber a oração da igreja por concorrerem a cargos eletivos. O pastor também pediu bênçãos para os candidatos e afirmou que eles poderiam realizar “o desejo dos seus corações e dos nossos corações”.
Flávio recebeu aplausos dos fiéis durante a cerimônia. O público também reagiu às manifestações dos pastores sobre a proteção das famílias e à oração pela candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A legislação eleitoral proíbe pedidos de votos durante cultos religiosos e prevê punições conforme as circunstâncias. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já adotou entendimentos diferentes em casos envolvendo manifestações políticas em celebrações religiosas.
O tribunal entendeu que não houve irregularidade por falta de pedido direto de voto. Na cerimônia desta terça-feira, Flávio não fez discurso nem pediu votos aos presentes.
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