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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciaram participação no ato de 7 de Setembro marcado para esta segunda-feira, 7, na Avenida Paulista.

A concentração começará às 15 horas. Organizada pelo Partido Liberal, a manifestação adotou os lemas “Fora Lula, Fora Moraes”, “É agora ou nunca” e “Vamos juntos resgatar o Brasil”.

Flávio publicou vídeos para convocar apoiadores e pediu que políticos, candidatos e lideranças religiosas ajudassem na mobilização. O evento também será usado pela campanha como uma demonstração de apoio à candidatura presidencial do Zero Um, lançada oficialmente em 16 de agosto, durante um ato em Copacabana, no Rio de Janeiro.

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Além de Flávio, Michelle e Tarcísio, divulgaram convocações ou anunciaram presença o coordenador da campanha do Zero Um, Rogério Marinho (PL-RN); o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB); o candidato ao Senado pelo PL em São Paulo, André do Prado; e os senadores Magno Malta (PL-ES) e Carlos Portinho (PL-RJ).

Também estarão presentes os seguintes deputados:

Tarcísio e Nunes atuaram na tentativa de levar prefeitos paulistas à manifestação. A mobilização alcançou representantes de aproximadamente 300 municípios.

O pastor Silas Malafaia deve comparecer e discursar, mas não participa da organização. Em agosto, o líder religioso informou que não coordenaria a manifestação, ao contrário do que ocorreu nos atos realizados desde 2021. O evento deste ano é comandado pelo PL de São Paulo e integra a agenda eleitoral de Flávio.

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Caso Master entra na pauta do ato

As críticas a Moraes já faziam parte das convocações, mas ganharam espaço depois da divulgação de mensagens e registros de contatos atribuídos a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, com o ministro e outras autoridades.

Os documentos foram tornados públicos por decisão do ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o banco no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com os registros, Vorcaro procurou Moraes para falar sobre o avanço das apurações da Polícia Federal (PF). Em novembro de 2025, dois dias antes de ser preso, o empresário perguntou ao magistrado se deveria deixar o país.

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Depois da divulgação, Moraes encaminhou ao presidente do STF, Luiz Edson Fachin, relatórios da PF que atribuem possíveis irregularidades a Mendonça na condução de investigações. Fachin mandou retirar o material do Inquérito das Fake News e transferi-lo para um procedimento sob responsabilidade da Presidência do Supremo.

A oposição passou a usar os novos episódios para reforçar a defesa do impeachment de Moraes. Pela Constituição, cabe ao Senado processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. A abertura de um processo, contudo, depende de uma decisão da Presidência da Casa.

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